Trarei Lhamas!
Primeiras férias com direito à viagem internacional são outros 500. Estou indo pro Chile, volto lá pelo dia 11/02. Espero poder trazer muitas fotos, cinzas de vulcão, folhas mascáveis de coca e algumas lhamas pra todos vocês.
Depois prometo atualizar o Astronauta, o Caverna e arrumar o problema de comentários do Conselhos.
Abração.
Marés:
Cafundó do Funfas
A Maldição dos R$ 0,09
- Caixa: "São R$ 1,59. O senhor não teria sessenta centavos pra ajudar no troco?"
- Eu: "Não. Foi mal. Só estou com essa nota..."
- Caixa: "Ah..." - suspira ela - "...espera só um instante..." - e logo sai, para perguntar ao caixa vizinho se ele tem moedas miúdas. Menos de um minuto depois ela volta e me entrega o troco. Exatos R$ 3,41
Surpreso com a quantia exata, comento:
- Eu: "Nossa, o troco tá certinho! É difícil ver uma moeda de um centavo por aí..."
A caixa sorri e, depois de uma olhada rápida e nervosa ao redor, comenta:
- Caixa: "É o jeito... Fiquei sabendo que o gerente tava tendo alguns problemas por causa dessas moedinhas..."
Na hora achei graça. Me veio à cabeça a velha piada do cliente querendo pagar as compras com balas de menta, após recebê-las como troco no dia anterior, por falta de moedas miúdas no caixa. Então deixei a história de lado...
[Nota Fora de Contexto: Ao longo de 5 anos morando em Belém, acumulei quase dois reais em moedas de um centavo, com as quais planejava irritar algum cobrador de ônibus azarado que me pegasse de mal-humor. Infelizmente, não sei que fim levaram as moedas...]
Situação Real #2 (Londrina, Paraná, 2010): Entrego uma nota de R$ 2,00 para a senhora do caixa, em um determinado mercado M (que também não vou identificar, para não causar constrangimentos - e que, neste caso, não é tão fácil de ser identificado pra quem mora em Londrina), para comprar um Twix ("Caramelo, biscoito, chocolate..." Vocês conhecem!).
Segue o diálogo:
- Caixa: "São R$ 0,99. Você não teria alguma moeda pra ajudar no troco?"
- Eu: "Eita... Não tenho mesmo..."
- Caixa: "Tudo bem!" - diz ela sorrindo, enquanto pega minha nota e me devolve uma moeda de R$ 1,00.
Pego a moeda, ignorando o centavo que falta no meu troco, e vou pra casa mastigando o Twix. Meu humor está ótimo, e o chocolate bom como sempre. "Às favas com o centavo..." - provavelmente eu pensaria, se estivesse pensando em algo no momento.
Durante a noite, relembrando dos eventos ocorridos de dia, o centavo bate na memória. Meus súbitos desvaneios de lógica esdrúxula chegam à uma conclusão óbvia, que explica o porquê dos "problemas do mercado Y" com seus trocados: Imposto de Renda!
Raciocinemos da seguinte forma: se uma pessoa jurídica cobra R$ 1,00 por um produto, uma devida carga tributária (ICMS, IPI, ISS...) será cobrada em cima daquele valor. Logicamente, a porcentagem será deduzida em cima do R$ 1,00 cobrado. Agora, caso seja cobrado "apenas" R$ 0,99 (uma pechincha aos olhos de alguns), toda a tributação será cobrada com base neste preço, ignorando o 1 centavo de sobra.
O ponto é que, na maioria esmagadora das vezes, a cobrança deste um centavo a menos é apenas ilusória, pois são poucas as vezes em que um estabelecimento comercial possui moedas tão miúdas para o troco. Assim, cobra-se "apenas" 99 centavos, mas obtém-se 1 real, e deduzindo 1 centavo da conta, para que estes não sejam vítimas de taxação.
Parece pouco, é claro. "Que mal faz um mercado lucrar um único centavo, sobre produtos insignificantes." - você pensa. Mas logo esquece que este lucro é potencializado imensamente, pois a movimentação financeira de um estabelecimento comercial de grande porte é igualmente imensa. Portanto, não é 1 centavo que o mercado/loja está sonegando, são milhares/milhões de reais anuais. E este dinheiro, meu amigo, deveria (ao menos na teoria) voltar para você, sob a forma de benfeitorias municipais, estaduais e federais. Afinal, é pra isso que você paga impostos, não é mesmo?
Pense nisso quando for receber seu troco e deixar de lado o centavo que tem direito. Pense que estão te enganando (e de fato estão). Deixe as balas de menta para trás e exija o que é seu por direito. E lembre-se que os direitos são inerentes à qualquer cidadão, mas apenas aqueles que tem consciência destes conseguem usufruir inteiramente de sua proteção.
E pra fechar o post, uma informação curiosa: o custo de produção de uma única moeda de R$ 0,01 é igual a R$ 0,10; o mesmo que o de uma cédula de R$ 1,00. Ou seja: ao exigir seu centavo, você estará recebendo o equivalente a um valor dez vezes maior. E se você é mesmo otimista, pode imaginar que recebeu um real em cédula...
Marés:
Coisas e Causos,
kbça dura,
Sofia do Funfas
Super Street Fighter IV
A Capcom anunciou o novo jogo da série Street Fighter: o Super Street Fighter IV, que contará com 10 personagens adicionais aos já presentes na edição anterior. Destes, 8 serão "das antigas" (Cody, Adon, Guy, DeeJay, T. Hawk, Ibuki, Makoto e Dudley) e 2 serão inéditos (Juri, uma sul-coreana, e Hakan, um árabe).
A versão está com o lançamento previsto para abril de 2010, e trará a mesma jogabilidade e recursos gráficos do jogo anterior. Como novidade, além da presença de novos lutadores, o jogo contará com as trilhas sonoras consagradas dos personagens (algo que foi meio deturpado em Street 4), além de novos golpes e especiais inéditos para cada lutador.
E como aperitivo para o jogo, eis abaixo o novo golpe especial de Ryu:
Na ordem: High Kick; Shoryuken; Shinkuu Hadouken e Ninthi Beethoven Pianodouken.
Marés:
Para cego ver,
Tide Astronaut Arcade
Placas Curiosas II
Marés:
Para cego ver
Teste de Percepção
Observe o video com atenção...
...e depois não minta dizendo que viu!
...e depois não minta dizendo que viu!
Marés:
Navegar é preciso,
Para cego ver
Pergunta ae!
Ae galera, estou testando uma parada nova que tem tudo pra virar moda na internet (assim como o estúpido twitter virou febre): o Formspring.
Nesse aplicativo você pode escrever qualquer pergunta, anonimamente ou não, que o usuário poderá (ou não) responder da forma que lhe convier. Claro, é algo estúpido, mas tem tudo pra pegar em breve...
Não custa nada testar. Tentem aqui!
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Marés:
Cafundó do Funfas,
Navegar é preciso
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